quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Justiça nega pedido de rescisão de contrato das barcas com o governo do Rio

     O juiz Eduardo Antonio Klausner, da 6ª Vara de Fazenda Pública do Rio, indeferiu, pedido de antecipação de tutela formulado pela concessionária Barcas S.A.

Tentou rescindir contrato com o Governo usando como manobra um "remédio jurídico que autoriza a rescisão no caso do contrato se apresentar mais gravoso para uma das partes; mas, a justiça não entendeu desta forma"
Além de não terem conseguido provar os danos econômicos sofridos pela empresa, a entrada de novos sócios demonstram que o contrato é LUCRATIVO.


     O magistrado considerou inconcebível o pedido de aumento no valor das tarifas para cobrir prejuízos financeiros não comprovados. "A autora pretende um aumento da tarifa completamente desproporcional aos índices oficiais de inflação e que não computa a vantagem econômica que está tendo em razão dos novos horários que estabeleceu recentemente para o serviço de transporte", informou Klausner, que negou também o pedido de audiência de conciliação.
Agora é melhorar os serviço; Alias, mais que merecido. 
Os insulanos e todos que utilizam o serviço merecem um serviço digno!!

domingo, 8 de janeiro de 2017

Seu chefe é um bom líder?

É fácil identificar quando o seu chefe não é um bom líder;
  Por medo de perder posição se torna muito centralizador e esconde informações da própria equipe...
  Um bom gestor é aquele que apresenta o planejamento e divide responsabilidade para que todos se sintam parte do resultado. Identificar o perfil de cada integrante do grupo ajuda na hora de delegar funções. "É preciso também saber cobrar espaço para os integrantes que lidera"
  Um mau líder está sempre minando as chances de avanço da própria equipe; direcionando assim, todo o grupo rumo a estagnação.
  É preciso estar preparado e não perder o controle ou acabará com o otimismo dos seguidores.
  O bom líder precisa está preparado para não desperdiçar oportunidades.
"Coluna firme sustenta o corpo"

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Reflexão 2016


    A instabilidade institucional atingiu o seu ápice levando pânico ao mercado brasileiro.
Em um único dia, tivemos três presidentes, Dilma Rousseff, Michel Temer e Rodrigo Maia (em substituição provisória a Temer).
    Enquanto isso, a economia caminhou para a maior recessão de sua história.
    A inflação bateu em dois dígitos e voltou a incomodar o Banco Central, obrigado a lidar com os juros nos maiores patamares do mundo.
    As margens de lucro das empresas cotadas em Bolsa despencaram de uma forma única, levando em consideração os últimos anos.
    Com isso, prejuízos se acumularão; e, uma onda de demissões teve início atingindo 12 milhões de desempregados no País.
    Aumento da criminalidade, salários atrasados e demissões voluntárias oferecidas a servidores públicos foi fomentado.
    E se não bastasse uma onda de propostas que passam no congresso que vão na contramão dos interesses do povo.
    Desejo que o ano de 2017 seja melhor para todos nós; e que juntos, consigamos fazer do Brasil um país melhor para se viver.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

CONFLITO ENTRE PODERES

      Embora tenha um entendimento de que não há urgência que autorize um liminar monocrática; pois não há nenhum risco de Renan assumir à presidência, estamos à poucos dias do fim de sua posição como presidente. Isso poderia ser discutido em Plenário. 
Mas; ja que Renan Calheiros foi notificado, deveria ter acatado a decisão do STF.
Uma vez notificado; a decisão deveria se cumprida imediatamente. 
   "O ato que "Calheiros" teve em tentar derrubar a liminar ja demonstra o conhecimento dele a respeito do processo; sendo assim, está citado e teria o prazo de defesa.
    A casa fica sem direção ja que todos os atos de Renan à frente da presidência deverão ser considerados nulos. É uma atitude grave que abre brecha a um conflito entre os poderes.

Acredito que caberá ao plenário do STF pacificar a divergência e evitar o aprofundamento da crise.

sábado, 26 de novembro de 2016

Aumento da Criminalidade no Rio

     Com o Estado tentando sobreviver após uma má administração e a crise que se abateu sobre o Brasil, temos os direitos dos policiais ameaçados. A fragilidade na segurança pública é uma realidade. Dessa forma; como uma resposta ao descaso, o aumento da criminalidade. O crime se organiza e causa terror a população que tem o seu direito de ir e vir cerceado.
     É preciso que haja uma resposta imediata da segurança publica ou nos tornaremos, cada vez mais, reféns dos nossos medos.
     Vimos isso acontecer no início dos anos 90 - Nesse período houve um aumento significativo de ocupações de áreas por parte do crime organizado o que só veio a diminuir em 2010 com a criação das UPPS. E agora; com a perda de poder da economia estatal, lacunas se abrem facilitando a disputa de criminosos por espaço.
     É preciso resgatar a confiança da população ou daremos lugar a uma fase muito ruim para o Rio de Janeiro.

Muito temeroso com o poder de se reorganizar do crime e o terror que é imposto à sociedade.

Tem que se priorizar a segurança social ou estaremos fadados a se alienar cada vez mais dentro de casa.


      

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

CRISE NACIONAL

Super salários no judiciário, falta de entendimento entre os parlamentares e o povo, o mal-estar entre os ministros do STF; ou seja, é a crise nacional.
É preciso uma repaginada na política atual ( legislativo, executivo e judiciário ); e, uma reforma eleitoral significativa com a participação popular. Tem que se buscar "ações verdadeiras e democráticas" Acredito que só assim será possível buscar o entendimento necessário para que o país avance. Até la; qualquer manobra para retomar a confiança do eleitor e/ou contribuinte, será em vão.
"É preciso entregar o poder ao povo"

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Eleições municipais podem ser anuladas em 147 cidades

Eleições municipais podem ser anuladas em 147 cidades;
No Rio de Janeiro, são nove municípios: Casimiro de Abreu, Teresópolis, Niterói, Arraial do Cabo, Cabo Frio, Iguaba Grande, Itaguaí, Conceição de Macabu e Rio Bonito.
Agora a lei não permite mais que o segundo lugar assuma, em se tratando de anulação da eleição, haverá a realização de eleição suplementar, e isso certamente no futuro vai estimular a judicialização gratuita, que é muito comum até aqui. Esse é um esforço que temos que fazer até dezembro, para definirmos todas as situações, afirmou Gilmar.
Precisa haver mais celeridade da Justiça eleitoral em julgamentos de candidatos que concorrem a cargos eletivos.
O que não pode é as cidades elegerem seus representantes e depois descobrirem que eles estão impedidos de assumir o cargo para qual foi eleito por decisão posterior ao pleito.